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Ruínas do Gongo Soco #ruinasdogongosoco

As ruínas do Gongo Soco fazem memória a uma autêntica vila inglesa encravada nas montanhas de Minas e conserva ainda o emblemático Cemitério dos Ingleses, onde eram enterrados apenas os trabalhadores britânicos. 
O conjunto das ruínas foi tombado como patrimônio histórico pelo IEPHA, em 1995.


Origem do nome Gongo Soco
As origens do nome "Gongo Soco" são obscuras. 
Uma versão é que quando houve um roubo na mina, um gongo soou, mas ninguém escutou. 

Outra é que um escravo do Congo foi encontrado agachado ("soco") enquanto enterrava um depósito de ouro. FONTE Wikipédia

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A maior mina de ouro do Brasil
O início do século XVIII é marcado pela história de Gongo Soco, contando com a presença do senhor Manuel da Câmara Bittencourt.
Manuel era comerciante de madeira e identificou a presença de ouro no local, que passou ser chamado de Mina do Gongo. Após o seu falecimento no ano de 1756, seu sobrinho herdou a mina e a fazenda do Morro Grande.
A terra foi herdada mais tarde por João Baptista Ferreira de Souza Coutinho, barão de Catas Altas. Ele a vendeu para a Imperial Brazilian Mining Association, com sede em Cornwall, na Inglaterra, por 79.000 em 1825.  


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A empresa converteu a operação de extração de ouro de aluvião em mineração subterrânea mecanizada e extração de ouro. De 1826 a 1856, a mina produziu mais de 12.000 kg (26.000 libras) de ouro.

As ruínas do Gongo Soco revelam histórias e segredos sobrenaturais na cidade.
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Mistérios do Gongo Soco
Você que é um amantes desses mistérios vai conhecer a história que envolve fé, ganância, a gula do Padre Antônio Tavares de Barros que gostava muito de ouro e queijos, o ouro ele  enterrava  na própria fazenda.
Certo dia um gato maligno comeu todo o seu queijo.
Indignado o padre trancou o gato para surra-lo.
Com medo se sentindo ameaçado o gato maligno pulou no pescoço do padre e o arranhou atingindo uma de suas artérias.
Alguns dias depois os dois foram encontrados mortos. O local onde o ouro era guardado chamavam de tesoureiro, nele existe uma lamparina que iluminava o ouro.
Atualmente só existem ruínas na fazenda e o povão diz que o local tem fantasmas e é mal assombrado.
A história do gato não é a única que cerca a região.
Fonte Vale


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Ruínas do Gongo Soco são patrimônio local


O conjunto de ruínas do sítio do Gongo Soco era constituído por dois setores distintos: Setor I, considerado o espaço de trabalho da mina, com seu complexo de estruturas industriais e o Setor II, mais afastado, onde se encontravam as moradias e os equipamentos urbanos que faziam parte da antiga vila. Gongo Soco, segundo o censo, em 1931, possuía 30 casas ao longo de uma extensão de um quilômetro e meio. As edificações eram todas construídas em alvenaria de pedra e barro.
 Entre as casas ficava o Cemitério dos Ingleses, onde eram enterrados apenas os trabalhadores britânicos. Ali foram encontradas dez lápides com inscrições em inglês e ornamentadas por desenhos apurados. Existem ainda vestígios do que seriam um hospital e duas capelas, sendo uma católica e outra anglicana. 

A casa do Barão de Catas Altas – informação sem constatação documental – teria aproximadamente 1.000 m² de área construída, supondo apenas um pavimento. Perto do Setor I, há um forno com chaminé de mais ou menos 5,20 m de altura e 0,60 m de boca. Caminhando pela estrada à direita, vê-se um muro de pedra de quase 60 m de comprimento, terminando num portão em arco, erguido presumivelmente para marcar a passagem dos imperadores Dom Pedro I, no ano de 1831, e Dom Pedro II, em 1881. Atualmente, o arco está em ruínas. A origem do nome Gongo Soco é incerta. Segundo uma das versões, quando acontecia roubo na mina, o gongo era tocado, mas ninguém o ouvia. Outra versão diz que um escravo, vindo do Congo, foi encontrado na posição de galinha choca (palavra que teria originado “soco”) cavando escondido um depósito aurífero. As ruínas, tombadas pelo Iepha/MG em 1995, estão localizadas no município de Barão de Cocais e podem ser visitadas pelo público.
Fonte IEPHA